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Um Homem que Dorme

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Um Homem que Dorme

Isto que vês, no espelho estalado, não é o teu novo rosto, as máscaras é que caíram, o calor do quarto fê-las derreter, o torpor descolou-as. As máscaras do bom caminho, das belas certezas.

Um despertador toca numas águas-furtadas de Paris; um jovem permanece deitado, indiferente à cidade que acorda e ao exame que o esperava nesse dia. UM HOMEM QUE DORME (1967) é a história de uma criatura que decide, convictamente, não mexer uma palha, cruzar os braços perante a vida, ser alheio ao «banho de obrigações sem fim, ao melífluo terror que pretende controlar todos os dias, todas as horas, da diminuta existência». Parente do escrivão Bartleby e de Oblomov, acompanhamo-lo a vaguear entre a multidão das grandes avenidas, nos cinemas e nos cafés costumeiros, em busca de um ansiado apagamento. Escrita aos trinta anos por Georges Perec, esta novela existencialista sobre um «fantasma transparente» em fuga do mundo continua a interpelar, e a arrastar consigo, os leitores numa tentativa de evasão.

  • TÍTULO ORIGINAL Un homme qui dort
  • TRADUÇÃO Luís Leitão
  • ILUSTRAÇÃO DA CAPA Christina Casnellie
  • 1.ª EDIÇÃO Janeiro 2026
  • PÁGINAS 112
  • FORMATO 13,5 x 21 cm
  • ISBN 978‐972‐608‐487-7

Este livro beneficiou de um apoio do PRR, no âmbito da medida Internacionalização, Modernização e Transição Digital do Livro e dos Autores.

Isto que vês, no espelho estalado, não é o teu novo rosto, as máscaras é que caíram, o calor do quarto fê-las derreter, o torpor descolou-as. As máscaras do bom caminho, das belas certezas.

Um despertador toca numas águas-furtadas de Paris; um jovem permanece deitado, indiferente à cidade que acorda e ao exame que o esperava nesse dia. UM HOMEM QUE DORME (1967) é a história de uma criatura que decide, convictamente, não mexer uma palha, cruzar os braços perante a vida, ser alheio ao «banho de obrigações sem fim, ao melífluo terror que pretende controlar todos os dias, todas as horas, da diminuta existência». Parente do escrivão Bartleby e de Oblomov, acompanhamo-lo a vaguear entre a multidão das grandes avenidas, nos cinemas e nos cafés costumeiros, em busca de um ansiado apagamento. Escrita aos trinta anos por Georges Perec, esta novela existencialista sobre um «fantasma transparente» em fuga do mundo continua a interpelar, e a arrastar consigo, os leitores numa tentativa de evasão.

  • TÍTULO ORIGINAL Un homme qui dort
  • TRADUÇÃO Luís Leitão
  • ILUSTRAÇÃO DA CAPA Christina Casnellie
  • 1.ª EDIÇÃO Janeiro 2026
  • PÁGINAS 112
  • FORMATO 13,5 x 21 cm
  • ISBN 978‐972‐608‐487-7

Este livro beneficiou de um apoio do PRR, no âmbito da medida Internacionalização, Modernização e Transição Digital do Livro e dos Autores.

$5.67

Original: $16.21

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Isto que vês, no espelho estalado, não é o teu novo rosto, as máscaras é que caíram, o calor do quarto fê-las derreter, o torpor descolou-as. As máscaras do bom caminho, das belas certezas.

Um despertador toca numas águas-furtadas de Paris; um jovem permanece deitado, indiferente à cidade que acorda e ao exame que o esperava nesse dia. UM HOMEM QUE DORME (1967) é a história de uma criatura que decide, convictamente, não mexer uma palha, cruzar os braços perante a vida, ser alheio ao «banho de obrigações sem fim, ao melífluo terror que pretende controlar todos os dias, todas as horas, da diminuta existência». Parente do escrivão Bartleby e de Oblomov, acompanhamo-lo a vaguear entre a multidão das grandes avenidas, nos cinemas e nos cafés costumeiros, em busca de um ansiado apagamento. Escrita aos trinta anos por Georges Perec, esta novela existencialista sobre um «fantasma transparente» em fuga do mundo continua a interpelar, e a arrastar consigo, os leitores numa tentativa de evasão.

  • TÍTULO ORIGINAL Un homme qui dort
  • TRADUÇÃO Luís Leitão
  • ILUSTRAÇÃO DA CAPA Christina Casnellie
  • 1.ª EDIÇÃO Janeiro 2026
  • PÁGINAS 112
  • FORMATO 13,5 x 21 cm
  • ISBN 978‐972‐608‐487-7

Este livro beneficiou de um apoio do PRR, no âmbito da medida Internacionalização, Modernização e Transição Digital do Livro e dos Autores.

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