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Outono Alemão

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Outono Alemão

 

Exigia-se aos que iam atravessando este outono alemão que da sua desgraça extraíssem lições. Esquecia-se assim, porém, que a fome é um muito mau pedagogo.

 

No rescaldo da Segunda Guerra Mundial, quando a imprensa internacional retratava os escombros germânicos como um castigo merecido, Stig Dagerman derramava uma clarividente compaixão sobre os derrotados, questionando o prisma dos vencedores e o direito de humilharem um povo espezinhado. Outono Alemão (1947),  reportagem encomendada pelo jornal sueco Expressen, longe de pintar um quadro homogéneo, é uma vívida galeria de explorados e famintos, vítimas de uma guerra que não era sua, mas também de quem se empenhava não apenas em sobreviver, mas em capitalizar com a miséria alheia. Stig Dagerman, para quem o jornalismo era «a arte de chegar atrasado logo que possível», mergulhou nas ruínas de uma Alemanha desorientada, imersa na sua culpa e bloqueada pelas forças ocupantes, e recusou a hipocrisia de exigir dos sobreviventes uma contrição política. O resultado é uma obra jornalística com a perenidade da grande literatura, num registo objectivo e empático que inspiraria a imprensa vindoura.

  • TÍTULO ORIGINAL Tysk höst
  • TRADUÇÃO, INTRODUÇÃO E NOTA BIOGRÁFICA Júlio Henriques
  • ILUSTRAÇÃO Gonçalo Duarte
  • 3.ª EDIÇÃO 2020
  • PÁGINAS 152
  • formato 13,5 x 21 cm
  • ISBN 978-972-608-371-9

 

Exigia-se aos que iam atravessando este outono alemão que da sua desgraça extraíssem lições. Esquecia-se assim, porém, que a fome é um muito mau pedagogo.

 

No rescaldo da Segunda Guerra Mundial, quando a imprensa internacional retratava os escombros germânicos como um castigo merecido, Stig Dagerman derramava uma clarividente compaixão sobre os derrotados, questionando o prisma dos vencedores e o direito de humilharem um povo espezinhado. Outono Alemão (1947),  reportagem encomendada pelo jornal sueco Expressen, longe de pintar um quadro homogéneo, é uma vívida galeria de explorados e famintos, vítimas de uma guerra que não era sua, mas também de quem se empenhava não apenas em sobreviver, mas em capitalizar com a miséria alheia. Stig Dagerman, para quem o jornalismo era «a arte de chegar atrasado logo que possível», mergulhou nas ruínas de uma Alemanha desorientada, imersa na sua culpa e bloqueada pelas forças ocupantes, e recusou a hipocrisia de exigir dos sobreviventes uma contrição política. O resultado é uma obra jornalística com a perenidade da grande literatura, num registo objectivo e empático que inspiraria a imprensa vindoura.

  • TÍTULO ORIGINAL Tysk höst
  • TRADUÇÃO, INTRODUÇÃO E NOTA BIOGRÁFICA Júlio Henriques
  • ILUSTRAÇÃO Gonçalo Duarte
  • 3.ª EDIÇÃO 2020
  • PÁGINAS 152
  • formato 13,5 x 21 cm
  • ISBN 978-972-608-371-9
$5.12

Original: $14.64

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Outono Alemão

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Description

 

Exigia-se aos que iam atravessando este outono alemão que da sua desgraça extraíssem lições. Esquecia-se assim, porém, que a fome é um muito mau pedagogo.

 

No rescaldo da Segunda Guerra Mundial, quando a imprensa internacional retratava os escombros germânicos como um castigo merecido, Stig Dagerman derramava uma clarividente compaixão sobre os derrotados, questionando o prisma dos vencedores e o direito de humilharem um povo espezinhado. Outono Alemão (1947),  reportagem encomendada pelo jornal sueco Expressen, longe de pintar um quadro homogéneo, é uma vívida galeria de explorados e famintos, vítimas de uma guerra que não era sua, mas também de quem se empenhava não apenas em sobreviver, mas em capitalizar com a miséria alheia. Stig Dagerman, para quem o jornalismo era «a arte de chegar atrasado logo que possível», mergulhou nas ruínas de uma Alemanha desorientada, imersa na sua culpa e bloqueada pelas forças ocupantes, e recusou a hipocrisia de exigir dos sobreviventes uma contrição política. O resultado é uma obra jornalística com a perenidade da grande literatura, num registo objectivo e empático que inspiraria a imprensa vindoura.

  • TÍTULO ORIGINAL Tysk höst
  • TRADUÇÃO, INTRODUÇÃO E NOTA BIOGRÁFICA Júlio Henriques
  • ILUSTRAÇÃO Gonçalo Duarte
  • 3.ª EDIÇÃO 2020
  • PÁGINAS 152
  • formato 13,5 x 21 cm
  • ISBN 978-972-608-371-9
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