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Assim Lhes Fazemos a Guerra

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Assim Lhes Fazemos a Guerra

 

Um livro é coisa pouca, um pouco de papel que sonha limpar a sujidade aos cantos da boca, mas essa pouca coisa, quando as palavras já não dizem nada do que deviam dizer, quando se chama progresso à perdição e saber às sevícias, é um pouco de luz.

Tríptico «dedicado aos rebeldes, aos desertores, aos sabotadores e aos pacifistas», no qual se cruzam tempos e causas — a feminista, a animal e a social —, Assim Lhes Fazemos a Guerra (2021) conta-nos o destino de um cão em Londres, em 1903, de um macaco na Califórnia, em 1985, e de uma vaca e da sua cria nas Ardenas em 2014. Todos eles vítimas da violência da sociedade e do Estado, imposta pelo avanço técnico e científico, e pela exploração desenfreada da natureza. Três contos, entre tantos, sobre vidas que tiramos em nome do progresso, e que revelam a bestialidade de alguns e a indiferença de muitos. Três histórias reais que, nas palavras belas, porém fortes e aceradas, de Joseph Andras, nos convidam a encarar a ideologia e a estrutura social que sustentam o domínio do homem branco não só sobre os animais — seres sencientes, companheiros e habitantes do nosso mundo —, mas também sobre as mulheres e as minorias.

  • TÍTULO ORIGINAL Ainsi nous leur faisons la guerre
  • TRADUÇÃO Luís Leitão
  • ILUSTRAÇÃO DA CAPA Gonçalo Duarte
  • 1.ª EDIÇÃO 2022
  • PÁGINAS 112
  • FORMATO 13,5 x 21 cm
  • ISBN 978-972-608-413-6

 

Um livro é coisa pouca, um pouco de papel que sonha limpar a sujidade aos cantos da boca, mas essa pouca coisa, quando as palavras já não dizem nada do que deviam dizer, quando se chama progresso à perdição e saber às sevícias, é um pouco de luz.

Tríptico «dedicado aos rebeldes, aos desertores, aos sabotadores e aos pacifistas», no qual se cruzam tempos e causas — a feminista, a animal e a social —, Assim Lhes Fazemos a Guerra (2021) conta-nos o destino de um cão em Londres, em 1903, de um macaco na Califórnia, em 1985, e de uma vaca e da sua cria nas Ardenas em 2014. Todos eles vítimas da violência da sociedade e do Estado, imposta pelo avanço técnico e científico, e pela exploração desenfreada da natureza. Três contos, entre tantos, sobre vidas que tiramos em nome do progresso, e que revelam a bestialidade de alguns e a indiferença de muitos. Três histórias reais que, nas palavras belas, porém fortes e aceradas, de Joseph Andras, nos convidam a encarar a ideologia e a estrutura social que sustentam o domínio do homem branco não só sobre os animais — seres sencientes, companheiros e habitantes do nosso mundo —, mas também sobre as mulheres e as minorias.

  • TÍTULO ORIGINAL Ainsi nous leur faisons la guerre
  • TRADUÇÃO Luís Leitão
  • ILUSTRAÇÃO DA CAPA Gonçalo Duarte
  • 1.ª EDIÇÃO 2022
  • PÁGINAS 112
  • FORMATO 13,5 x 21 cm
  • ISBN 978-972-608-413-6
$5.12

Original: $14.64

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Assim Lhes Fazemos a Guerra

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Description

 

Um livro é coisa pouca, um pouco de papel que sonha limpar a sujidade aos cantos da boca, mas essa pouca coisa, quando as palavras já não dizem nada do que deviam dizer, quando se chama progresso à perdição e saber às sevícias, é um pouco de luz.

Tríptico «dedicado aos rebeldes, aos desertores, aos sabotadores e aos pacifistas», no qual se cruzam tempos e causas — a feminista, a animal e a social —, Assim Lhes Fazemos a Guerra (2021) conta-nos o destino de um cão em Londres, em 1903, de um macaco na Califórnia, em 1985, e de uma vaca e da sua cria nas Ardenas em 2014. Todos eles vítimas da violência da sociedade e do Estado, imposta pelo avanço técnico e científico, e pela exploração desenfreada da natureza. Três contos, entre tantos, sobre vidas que tiramos em nome do progresso, e que revelam a bestialidade de alguns e a indiferença de muitos. Três histórias reais que, nas palavras belas, porém fortes e aceradas, de Joseph Andras, nos convidam a encarar a ideologia e a estrutura social que sustentam o domínio do homem branco não só sobre os animais — seres sencientes, companheiros e habitantes do nosso mundo —, mas também sobre as mulheres e as minorias.

  • TÍTULO ORIGINAL Ainsi nous leur faisons la guerre
  • TRADUÇÃO Luís Leitão
  • ILUSTRAÇÃO DA CAPA Gonçalo Duarte
  • 1.ª EDIÇÃO 2022
  • PÁGINAS 112
  • FORMATO 13,5 x 21 cm
  • ISBN 978-972-608-413-6
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