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Livres de Obedecer

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Livres de Obedecer

Disciplinar as mulheres e os homens, considerando-os simples factores de produção, e devastar a terra avançam a par. Levando a destruição da natureza e a exploração da «força vital» a níveis inéditos, os nazis surgem como a imagem deformada e reveladora de uma modernidade enlouquecida – servida por ilusões (a «vitória final» ou a «retoma do crescimento») e por mentiras («liberdade», «autonomia»).

Embora a gestão tenha uma história que antecede o nazismo, foi apreciavelmente enriquecida durante os doze anos de domínio do Terceiro Reich, ao ponto de certos conceitos típicos do actual discurso gestionário neoliberal — «flexibilidade», «performance», «colaborador», «objectivos», etc. — se encontrarem já entre as inovações teóricas e práticas da Menschenführung («direcção dos homens») no horror do nacional-socialismo. Livres de Obedecer (2020) debruça-se sobre o contexto histórico e intelectual que estimulou o desenvolvimento das ideias e experiências nazis no domínio da gestão, narrando a ascensão de alguns dos seus sombrios protagonistas, com destaque para Reinhard Höhn, jurista, historiador militar e general das SS, que após a guerra, numa perturbante continuidade ideológica, soube habilmente reconverter-se em fundador da Academia de Quadros de Bad Harzburg – uma prestigiada escola de gestão da RFA –, guru do modelo de «delegação de responsabilidades» e autor de best-sellers da bibliografia empresarial. Neste breve e polémico ensaio, Johann Chapoutot apresenta um terrível arco histórico, que não apenas consolida a tese da «modernidade do nazismo» como sugere de maneira impressiva a sua sinistra «contemporaneidade».

Ler um excerto

  • TÍTULO ORIGINAL Libres d'obéir – le management, du nazisme à aujourd'hui
  • TRADUÇÃO Miguel Serras Pereira
  • 1.ª EDIÇÃO 2023
  • PÁGINAS 160
  • FORMATO 13,5 x 21 cm
  • ISBN 978-972-608-431-0

Disciplinar as mulheres e os homens, considerando-os simples factores de produção, e devastar a terra avançam a par. Levando a destruição da natureza e a exploração da «força vital» a níveis inéditos, os nazis surgem como a imagem deformada e reveladora de uma modernidade enlouquecida – servida por ilusões (a «vitória final» ou a «retoma do crescimento») e por mentiras («liberdade», «autonomia»).

Embora a gestão tenha uma história que antecede o nazismo, foi apreciavelmente enriquecida durante os doze anos de domínio do Terceiro Reich, ao ponto de certos conceitos típicos do actual discurso gestionário neoliberal — «flexibilidade», «performance», «colaborador», «objectivos», etc. — se encontrarem já entre as inovações teóricas e práticas da Menschenführung («direcção dos homens») no horror do nacional-socialismo. Livres de Obedecer (2020) debruça-se sobre o contexto histórico e intelectual que estimulou o desenvolvimento das ideias e experiências nazis no domínio da gestão, narrando a ascensão de alguns dos seus sombrios protagonistas, com destaque para Reinhard Höhn, jurista, historiador militar e general das SS, que após a guerra, numa perturbante continuidade ideológica, soube habilmente reconverter-se em fundador da Academia de Quadros de Bad Harzburg – uma prestigiada escola de gestão da RFA –, guru do modelo de «delegação de responsabilidades» e autor de best-sellers da bibliografia empresarial. Neste breve e polémico ensaio, Johann Chapoutot apresenta um terrível arco histórico, que não apenas consolida a tese da «modernidade do nazismo» como sugere de maneira impressiva a sua sinistra «contemporaneidade».

Ler um excerto

  • TÍTULO ORIGINAL Libres d'obéir – le management, du nazisme à aujourd'hui
  • TRADUÇÃO Miguel Serras Pereira
  • 1.ª EDIÇÃO 2023
  • PÁGINAS 160
  • FORMATO 13,5 x 21 cm
  • ISBN 978-972-608-431-0
$5.49

Original: $15.69

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Livres de Obedecer

$15.69

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Description

Disciplinar as mulheres e os homens, considerando-os simples factores de produção, e devastar a terra avançam a par. Levando a destruição da natureza e a exploração da «força vital» a níveis inéditos, os nazis surgem como a imagem deformada e reveladora de uma modernidade enlouquecida – servida por ilusões (a «vitória final» ou a «retoma do crescimento») e por mentiras («liberdade», «autonomia»).

Embora a gestão tenha uma história que antecede o nazismo, foi apreciavelmente enriquecida durante os doze anos de domínio do Terceiro Reich, ao ponto de certos conceitos típicos do actual discurso gestionário neoliberal — «flexibilidade», «performance», «colaborador», «objectivos», etc. — se encontrarem já entre as inovações teóricas e práticas da Menschenführung («direcção dos homens») no horror do nacional-socialismo. Livres de Obedecer (2020) debruça-se sobre o contexto histórico e intelectual que estimulou o desenvolvimento das ideias e experiências nazis no domínio da gestão, narrando a ascensão de alguns dos seus sombrios protagonistas, com destaque para Reinhard Höhn, jurista, historiador militar e general das SS, que após a guerra, numa perturbante continuidade ideológica, soube habilmente reconverter-se em fundador da Academia de Quadros de Bad Harzburg – uma prestigiada escola de gestão da RFA –, guru do modelo de «delegação de responsabilidades» e autor de best-sellers da bibliografia empresarial. Neste breve e polémico ensaio, Johann Chapoutot apresenta um terrível arco histórico, que não apenas consolida a tese da «modernidade do nazismo» como sugere de maneira impressiva a sua sinistra «contemporaneidade».

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  • TÍTULO ORIGINAL Libres d'obéir – le management, du nazisme à aujourd'hui
  • TRADUÇÃO Miguel Serras Pereira
  • 1.ª EDIÇÃO 2023
  • PÁGINAS 160
  • FORMATO 13,5 x 21 cm
  • ISBN 978-972-608-431-0
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