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In girum imus nocte et consumimur igni

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In girum imus nocte et consumimur igni

 

Mereci o ódio universal da sociedade do meu tempo, e ter‑me‑ia irritado possuir outros méritos aos olhos de uma tal sociedade. Mas, segundo observei, foi ainda no cinema que provoquei a mais perfeita e a mais unânime indignação.

In girum imus nocte et consumimur igni — «Movemo-nos na noite sem saída e somos devorados pelo fogo» — é o texto do filme homónimo de Guy Debord, lançado em 1978, em cujas palavras se divisa a visão coerente e combativa de um pensador maldito, escritor e cineasta que recusou, até ao seu derradeiro dia, integrar-se na sociedade do consumo. Completada por notas do autor para uso de produtores, de tradutores, de sonoplastas e do público em geral, esta edição crítica, publicada em 1990, lança uma nova luz sobre a autodenominada «intratável escória» situacionista, «o sal da terra; pessoas muito sinceramente prontas a deitar fogo ao mundo para que ele tenha mais brilho».

«Em 1977, Guy Debord assinou um contrato para a realização de uma longa‑metragem. “Fica estabelecido que o autor realizará o seu trabalho com toda a liberdade, sem controlo seja de quem for e sem ter em conta qualquer observação sobre qualquer aspecto do conteúdo ou da forma cinematográfica que lhe pareça conveniente dar ao seu filme.” O próprio título só foi revelado quando o filme foi realizado. Era assim que Debord procedia, seguindo sempre “um princípio naturalmente pouco favorável à especulação financeira”. Os media respingaram. Perante o muro de incompreensão mais ou menos fingida e as interpretações erróneas, Guy Debord considerou útil, em 1990, publicar uma edição crítica do texto do seu filme. É este texto que damos aqui a reler.» Alice Debord (do preâmbulo)

  • TRADUÇÃO Júlio Henriques
  • CAPA Rui Silva
  • 1.ª EDIÇÃO  2022
  • PÁGINAS 88
  • FORMATO 13,5 x 21 cm
  • ISBN 978-972-608-417-4

 

Mereci o ódio universal da sociedade do meu tempo, e ter‑me‑ia irritado possuir outros méritos aos olhos de uma tal sociedade. Mas, segundo observei, foi ainda no cinema que provoquei a mais perfeita e a mais unânime indignação.

In girum imus nocte et consumimur igni — «Movemo-nos na noite sem saída e somos devorados pelo fogo» — é o texto do filme homónimo de Guy Debord, lançado em 1978, em cujas palavras se divisa a visão coerente e combativa de um pensador maldito, escritor e cineasta que recusou, até ao seu derradeiro dia, integrar-se na sociedade do consumo. Completada por notas do autor para uso de produtores, de tradutores, de sonoplastas e do público em geral, esta edição crítica, publicada em 1990, lança uma nova luz sobre a autodenominada «intratável escória» situacionista, «o sal da terra; pessoas muito sinceramente prontas a deitar fogo ao mundo para que ele tenha mais brilho».

«Em 1977, Guy Debord assinou um contrato para a realização de uma longa‑metragem. “Fica estabelecido que o autor realizará o seu trabalho com toda a liberdade, sem controlo seja de quem for e sem ter em conta qualquer observação sobre qualquer aspecto do conteúdo ou da forma cinematográfica que lhe pareça conveniente dar ao seu filme.” O próprio título só foi revelado quando o filme foi realizado. Era assim que Debord procedia, seguindo sempre “um princípio naturalmente pouco favorável à especulação financeira”. Os media respingaram. Perante o muro de incompreensão mais ou menos fingida e as interpretações erróneas, Guy Debord considerou útil, em 1990, publicar uma edição crítica do texto do seu filme. É este texto que damos aqui a reler.» Alice Debord (do preâmbulo)

  • TRADUÇÃO Júlio Henriques
  • CAPA Rui Silva
  • 1.ª EDIÇÃO  2022
  • PÁGINAS 88
  • FORMATO 13,5 x 21 cm
  • ISBN 978-972-608-417-4
$5.12

Original: $14.64

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In girum imus nocte et consumimur igni

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Mereci o ódio universal da sociedade do meu tempo, e ter‑me‑ia irritado possuir outros méritos aos olhos de uma tal sociedade. Mas, segundo observei, foi ainda no cinema que provoquei a mais perfeita e a mais unânime indignação.

In girum imus nocte et consumimur igni — «Movemo-nos na noite sem saída e somos devorados pelo fogo» — é o texto do filme homónimo de Guy Debord, lançado em 1978, em cujas palavras se divisa a visão coerente e combativa de um pensador maldito, escritor e cineasta que recusou, até ao seu derradeiro dia, integrar-se na sociedade do consumo. Completada por notas do autor para uso de produtores, de tradutores, de sonoplastas e do público em geral, esta edição crítica, publicada em 1990, lança uma nova luz sobre a autodenominada «intratável escória» situacionista, «o sal da terra; pessoas muito sinceramente prontas a deitar fogo ao mundo para que ele tenha mais brilho».

«Em 1977, Guy Debord assinou um contrato para a realização de uma longa‑metragem. “Fica estabelecido que o autor realizará o seu trabalho com toda a liberdade, sem controlo seja de quem for e sem ter em conta qualquer observação sobre qualquer aspecto do conteúdo ou da forma cinematográfica que lhe pareça conveniente dar ao seu filme.” O próprio título só foi revelado quando o filme foi realizado. Era assim que Debord procedia, seguindo sempre “um princípio naturalmente pouco favorável à especulação financeira”. Os media respingaram. Perante o muro de incompreensão mais ou menos fingida e as interpretações erróneas, Guy Debord considerou útil, em 1990, publicar uma edição crítica do texto do seu filme. É este texto que damos aqui a reler.» Alice Debord (do preâmbulo)

  • TRADUÇÃO Júlio Henriques
  • CAPA Rui Silva
  • 1.ª EDIÇÃO  2022
  • PÁGINAS 88
  • FORMATO 13,5 x 21 cm
  • ISBN 978-972-608-417-4
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