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Devaneios do Caminhante Solitário

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Devaneios do Caminhante Solitário

Só depois de me ter desprendido das paixões sociais e do seu triste cortejo, redescobri a natureza com todos os seus encantos.

Derradeira obra de Jean-Jacques Rousseau, inacabada e publicada postumamente, Devaneios do Caminhante Solitário (1782) eram, segundo o autor, «um apêndice das Confissões» e encerram algumas das suas mais belas linhas. Este «registo fiel dos passeios solitários e dos devaneios que os preenchem», nas cercanias de Paris e no lago de Bienne, é, além de um duro balanço de vida, na sequência da proscrição de que Rousseau foi alvo, um eloquente conjunto de meditações que abarcam a velhice e a insatisfação com a mundanidade, o refrigério na natureza e a perseguição movida por uma sociedade hostil. Livro que antecipou a sensibilidade romântica, é uma reflexão maior sobre o exílio e as poderosas cadeias que sempre tolheram a liberdade individual.

  • TÍTULO ORIGINAL Les Rêveries du promeneur solitaire
  • TRADUÇÃO Miguel Serras Pereira
  • ILUSTRAÇÃO DA CAPA Carlos Gaspar
  • CONCEPÇÃO GRÁFICA Rui Silva
  • 1.ª EDIÇÃO Setembro 2024
  • PÁGINAS 168
  • FORMATO 13,5 x 21 cm
  • ISBN 978‑972‑608‑466-2

 

Só depois de me ter desprendido das paixões sociais e do seu triste cortejo, redescobri a natureza com todos os seus encantos.

Derradeira obra de Jean-Jacques Rousseau, inacabada e publicada postumamente, Devaneios do Caminhante Solitário (1782) eram, segundo o autor, «um apêndice das Confissões» e encerram algumas das suas mais belas linhas. Este «registo fiel dos passeios solitários e dos devaneios que os preenchem», nas cercanias de Paris e no lago de Bienne, é, além de um duro balanço de vida, na sequência da proscrição de que Rousseau foi alvo, um eloquente conjunto de meditações que abarcam a velhice e a insatisfação com a mundanidade, o refrigério na natureza e a perseguição movida por uma sociedade hostil. Livro que antecipou a sensibilidade romântica, é uma reflexão maior sobre o exílio e as poderosas cadeias que sempre tolheram a liberdade individual.

  • TÍTULO ORIGINAL Les Rêveries du promeneur solitaire
  • TRADUÇÃO Miguel Serras Pereira
  • ILUSTRAÇÃO DA CAPA Carlos Gaspar
  • CONCEPÇÃO GRÁFICA Rui Silva
  • 1.ª EDIÇÃO Setembro 2024
  • PÁGINAS 168
  • FORMATO 13,5 x 21 cm
  • ISBN 978‑972‑608‑466-2

 

$15.69
Devaneios do Caminhante Solitário
$15.69

Description

Só depois de me ter desprendido das paixões sociais e do seu triste cortejo, redescobri a natureza com todos os seus encantos.

Derradeira obra de Jean-Jacques Rousseau, inacabada e publicada postumamente, Devaneios do Caminhante Solitário (1782) eram, segundo o autor, «um apêndice das Confissões» e encerram algumas das suas mais belas linhas. Este «registo fiel dos passeios solitários e dos devaneios que os preenchem», nas cercanias de Paris e no lago de Bienne, é, além de um duro balanço de vida, na sequência da proscrição de que Rousseau foi alvo, um eloquente conjunto de meditações que abarcam a velhice e a insatisfação com a mundanidade, o refrigério na natureza e a perseguição movida por uma sociedade hostil. Livro que antecipou a sensibilidade romântica, é uma reflexão maior sobre o exílio e as poderosas cadeias que sempre tolheram a liberdade individual.

  • TÍTULO ORIGINAL Les Rêveries du promeneur solitaire
  • TRADUÇÃO Miguel Serras Pereira
  • ILUSTRAÇÃO DA CAPA Carlos Gaspar
  • CONCEPÇÃO GRÁFICA Rui Silva
  • 1.ª EDIÇÃO Setembro 2024
  • PÁGINAS 168
  • FORMATO 13,5 x 21 cm
  • ISBN 978‑972‑608‑466-2

 

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