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O Socialismo Selvagem

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O Socialismo Selvagem

 

Já não acreditamos em nada, mas não partimos do nada.

Movimento Nuit Debout, Paris, Primavera de 2016

O Socialismo Selvagem (2018) é uma cartografia da insubmissão. Num ensaio documental que revisita dois séculos de contestação social (da Revolução Francesa ao Occupy, passando pelo Maio de 68, as ocupações após o 25 de Abril, os sovietes russos ou os conselhos alemães de 1920), Charles Reeve acompanha-nos, com clareza e detalhe, no trilho escarpado da emancipação dos povos — contra as metamorfoses do capitalismo, as infinitas camuflagens do totalitarismo e as vozes das elites que apelidam de «selvagens» as experiências de autogoverno que escapam ao seu controlo. Numa época de paradoxos (quanto mais crescimento, mais desigualdade; quanto mais avançada a tecnologia, maior o desastre ambiental), e perante a concentração da riqueza e do poder numa ínfima parte da sociedade («Nós somos os 99%»), este texto fundamental acende o holofote sobre quem procura alternativas à velha delegação permanente do poder. Nunca será tarde, como nunca foi, para ensaiar novas formas de vida — solidárias, subversivas, humanas.

  • TÍTULO ORIGINAL Le Socialisme Sauvage. Essai sur l'auto-organisation et la démocratie directe dans les luttes de 1789 à nos jours
  • TRADUÇÃO Luís Leitão
  • ILUSTRAÇÃO Eduarda Feio
  • 1.ª EDIÇÃO 2019
  • PÁGINAS 368
  • ISBN 978-972-608-358-0

 

Já não acreditamos em nada, mas não partimos do nada.

Movimento Nuit Debout, Paris, Primavera de 2016

O Socialismo Selvagem (2018) é uma cartografia da insubmissão. Num ensaio documental que revisita dois séculos de contestação social (da Revolução Francesa ao Occupy, passando pelo Maio de 68, as ocupações após o 25 de Abril, os sovietes russos ou os conselhos alemães de 1920), Charles Reeve acompanha-nos, com clareza e detalhe, no trilho escarpado da emancipação dos povos — contra as metamorfoses do capitalismo, as infinitas camuflagens do totalitarismo e as vozes das elites que apelidam de «selvagens» as experiências de autogoverno que escapam ao seu controlo. Numa época de paradoxos (quanto mais crescimento, mais desigualdade; quanto mais avançada a tecnologia, maior o desastre ambiental), e perante a concentração da riqueza e do poder numa ínfima parte da sociedade («Nós somos os 99%»), este texto fundamental acende o holofote sobre quem procura alternativas à velha delegação permanente do poder. Nunca será tarde, como nunca foi, para ensaiar novas formas de vida — solidárias, subversivas, humanas.

  • TÍTULO ORIGINAL Le Socialisme Sauvage. Essai sur l'auto-organisation et la démocratie directe dans les luttes de 1789 à nos jours
  • TRADUÇÃO Luís Leitão
  • ILUSTRAÇÃO Eduarda Feio
  • 1.ª EDIÇÃO 2019
  • PÁGINAS 368
  • ISBN 978-972-608-358-0
$2.03

Original: $5.81

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O Socialismo Selvagem

$5.81

$2.03

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Já não acreditamos em nada, mas não partimos do nada.

Movimento Nuit Debout, Paris, Primavera de 2016

O Socialismo Selvagem (2018) é uma cartografia da insubmissão. Num ensaio documental que revisita dois séculos de contestação social (da Revolução Francesa ao Occupy, passando pelo Maio de 68, as ocupações após o 25 de Abril, os sovietes russos ou os conselhos alemães de 1920), Charles Reeve acompanha-nos, com clareza e detalhe, no trilho escarpado da emancipação dos povos — contra as metamorfoses do capitalismo, as infinitas camuflagens do totalitarismo e as vozes das elites que apelidam de «selvagens» as experiências de autogoverno que escapam ao seu controlo. Numa época de paradoxos (quanto mais crescimento, mais desigualdade; quanto mais avançada a tecnologia, maior o desastre ambiental), e perante a concentração da riqueza e do poder numa ínfima parte da sociedade («Nós somos os 99%»), este texto fundamental acende o holofote sobre quem procura alternativas à velha delegação permanente do poder. Nunca será tarde, como nunca foi, para ensaiar novas formas de vida — solidárias, subversivas, humanas.

  • TÍTULO ORIGINAL Le Socialisme Sauvage. Essai sur l'auto-organisation et la démocratie directe dans les luttes de 1789 à nos jours
  • TRADUÇÃO Luís Leitão
  • ILUSTRAÇÃO Eduarda Feio
  • 1.ª EDIÇÃO 2019
  • PÁGINAS 368
  • ISBN 978-972-608-358-0
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