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Homo Sacer e os Ciganos

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Homo Sacer e os Ciganos

Este livro destaca o real significado do anticiganismo, como variante específica do racismo no seio do capitalismo. A tese central que a autora expõe neste ensaio consiste na ideia de que o cigano se situa desde sempre no exterior da lei e, por isso, representa a sua matriz inadmitida, não sendo a exclusão e a idealização romântica senão as duas faces da mesma moeda racista. «O desprezo pelo cigano é testemunha de uma forma, nada despicienda, do medo da despromoção na escala social, como estado de espírito fundamental e ubíquo no capitalismo», assevera a autora.

  • tradução Boaventura Antunes, Lumir Nahodil e Virgínia Freitas
  • 1.ª edição 2014
  • páginas 112
  • isbn 978-972-608-250-7

Este livro destaca o real significado do anticiganismo, como variante específica do racismo no seio do capitalismo. A tese central que a autora expõe neste ensaio consiste na ideia de que o cigano se situa desde sempre no exterior da lei e, por isso, representa a sua matriz inadmitida, não sendo a exclusão e a idealização romântica senão as duas faces da mesma moeda racista. «O desprezo pelo cigano é testemunha de uma forma, nada despicienda, do medo da despromoção na escala social, como estado de espírito fundamental e ubíquo no capitalismo», assevera a autora.

  • tradução Boaventura Antunes, Lumir Nahodil e Virgínia Freitas
  • 1.ª edição 2014
  • páginas 112
  • isbn 978-972-608-250-7
$2.03

Original: $5.81

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Homo Sacer e os Ciganos

$5.81

$2.03

Description

Este livro destaca o real significado do anticiganismo, como variante específica do racismo no seio do capitalismo. A tese central que a autora expõe neste ensaio consiste na ideia de que o cigano se situa desde sempre no exterior da lei e, por isso, representa a sua matriz inadmitida, não sendo a exclusão e a idealização romântica senão as duas faces da mesma moeda racista. «O desprezo pelo cigano é testemunha de uma forma, nada despicienda, do medo da despromoção na escala social, como estado de espírito fundamental e ubíquo no capitalismo», assevera a autora.

  • tradução Boaventura Antunes, Lumir Nahodil e Virgínia Freitas
  • 1.ª edição 2014
  • páginas 112
  • isbn 978-972-608-250-7
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